Você já parou para pensar o que as pessoas estão realmente comprando
quando se decidem por um produto ou serviço?
Ainda que pareça uma pergunta tola , é uma das mais básicas e importantes
questões que todos nós, profissionais envolvidos no meio publicitário, deveríamos
saber responder. E a resposta não é tão óbvia quanto você possa achar.
Os consumidores não compram diretamente o que seus clientes vendem.
Eles compram o que aqueles bens e serviços podem fazer por eles.
Para exemplificar, leia o texto abaixo, de um autor anônimo, encontrado em um envelope
na recepção de uma agência americana alguns anos atrás.
Não me venda Roupas.
Venda me uma aparência elegante, estilo e atração com o sexo oposto.
Não me venda Seguros.
Venda me paz de espírito e um futuro tranqüilo para mim e minha família.
Não me venda uma Casa.
Venda me conforto, um bom investimento e o orgulho de ser proprietário.
Não me venda Livros.
Venda me horas prazerosas e os benefícios de adquirir conhecimento e cultura.
Não me venda um computador.
Venda me as facilidades de acesso às novas tecnologias.
Não me venda Pneus.
Venda me liberdade de preocupação e baixo custo por quilometragem.
Não me venda Passagens Aéreas.
Venda me uma rápida, segura e pontual chegada em meu destino.
Não me venda coisas.
Venda me ideais, sentimentos, auto-respeito, vida doméstica, felicidade.
Por favor, não me venda Coisas.
A despeito dos incontáveis milhares de produtos e serviços disponíveis nos
mercados do mundo todo, as pessoas só irão gastar seu dinheiro apenas por
Duas Coisas:
-Bons Sentimentos
-Solução para Problemas
O sucesso ou fracasso de qualquer empresa, produto ou serviço depende de como
atenderão às expectativas dos consumidores sobre as Duas Coisas.
Este texto foi traduzido e adaptado do original em inglês “How To Win Customers
And Keep Them For Life”, de Michael Leboeuf, considerado um clássico entre
os livros de administração e negócios.
O autor é um conhecido e bastante requisitado consultor empresarial no mercado americano e professor de Management na New Orleans University.

9 Comentários
Ricardo, interessante suas colunas, de todas elas, esta foi a que me chamou mais a atenção, a “venda de ideais”… “venda de soluções”.
Muito legal!
D+++++++++++++++++…O Zeca Martins tocou nesse assunto em uma palestra realizada aq em Manaus!!! Fuiii…
Obrigado Wanessa,
Estou gostando muito desta experiência como colunista aqui.
Apareça sempre. Meu próximo artigo talvez te interesse também.
Abração,
Ricardo
Valeu Jaime,
De fato é muito importante conhecer os reais desejos, expectativas e ambições que as pessoas têm. Isso nos ajuda a criar peças mais adequadas aos consumidores potenciais dos produtos e serviços que anunciamos.
Apareça sempre.
Abração,
Ricardo
Oi meu amigo! Gostei mto do texto… será que vc me dá uma dica de quem poderia me vender algumas soluções com um bom preço??? rrsrsrsrs.
Olá Ricardo!
Super legal seu artigo, e o texto que você citou é sem comentários. Ano passado me formei em Publicidade, e minha monagrafia foi sobre a representação social das marcas, o que está relacionado com seu artigo. Isso é muito interessante!!!
Parabéns!
Olá Debora,
Consultei o fabricante e ele deixou um comentário para você,
pode conferir.rssss
Abração e Obrigado,
Ricardo
Obrigado Wander,
Realmente existe muito mais uma relação arquetípica das marcas
por seus consumodores do que se supõe à primeira vista.
Nascemos e crescemos rodeados das marcas mais tradicionais, e nos acostumamos tanto com elas que passamos a estabelecer uma relação até sentimental e nostálgica.
Apareça sempre.
Abração,
Ricardo
PARABÉNS PELO ARTIGO! MARAVILHOSO MESMO UM ANO DEPOIS ESSA É A TENDÊNCIA DO MERCADO, VENDER MUITO MAIS QUE UM PRODUTO TANGÃ?VEL, OU SERVIÇO INTANGÃ?VEL. VENDER VALORES, SENTIMENTOS, SENSAÇÕES DOS QUAIS VÃO ALÉM DO PREÇO.
AMEI!
SUCESSO SEMPRE
WANESSA